Pedro L Cipolla
A sorte persegue a coragem
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Textos
Assim que eu te encontrei,te dei um nome e é assim que vou te deixar: na sarjeta. de onde nunca deverias ter saído. 
Nascestes para o mal, a inveja, a traição.para deformar .O belo transformares em feio.
Conseguistes apunhalar quem de ti fez alguém.
Não eras nada,além de um trapo humano a passar de mão em mão.
Objeto de prazeres sinistros ocupava teu tempo com o que havia de pior.Assim era sua índole, e continua sendo.
Não tivestes a mínima compaixão ao execrar quem só te eu compreensão e amor. Tu não prestas,não vales o ar que respiras e o tempo que te mantem viva. que ainda é fruto da minha piedade.
Sei que assim mesmo me amaldiçoas ,amaldiçoando quem te tirou do breu para te dar uma vida mais decente.Enquanto não usou de toda tua maldade não te satistizestes no teu íntimo,o veneno que corre pelas tuas veias.
És sórdida ,maledicente,futriqueira.Distorces um fato fortuito para transformá-lo em algo no qual o seu veneno possa ser destilado. Agora choras aos meus pés pedindo perdão,que não te darei nem em um milhão de anos,e até Deus deve ficar feliz ao ver-te milhões de quilômetros de distância. Vai,vai embora.Leva contigo todo o arrependimento que tenho de ter te conhecido e a vontade de te ver desaparecida. Para tanto te dou adeus e rezo para que nunca mais voltes pois sei que do inferno para onde irás nunca terás volta.se possível tire um selfie com o diabo para termos certeza de que daí você não fugiu e ficará para sempre.
Vade Retrum : velhice
Pedro L Cipolla
Enviado por Pedro L Cipolla em 05/09/2020
Alterado em 15/09/2020
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